
(Garrincha envia à Igor e Osias)
Meliante, minha internet, deu pau
Meliante, minha internet, deu pau
Por isso peço em agonia
dê a mim flores de alegria
para aliviar meus ais
Ao falecido silêncio
Para este breve momento
preces e nada mais!
(igor responde)
(igor responde)
Putaria
Meu querido meliante,
sua poesia, nesse instante,
já me ajuda a festejar.
Não é pouco o que disseste,
e assim, malandramente
sacudiste minha mente
e espantaste a minha peste.
Pois quem vive, vai morrer.
E antes disso, sempre e quando
um amigo, festejando,
ao meu lado aparecer
Vou bebendo, muito e mais.
Preparando, com conhaque,
minha morte, e o atraque
da loucura em outro cais.
(osias canuto retruca)
(osias canuto retruca)
Eu não sei que pôrra é essa
de escrever mediante rimas;
mas se estou entre canalhas,
doce lida já me anima.
Não conheço o tal defunto,
mas creio pessoa correta;
em todo caso: Fodam-se os mortos,
inclusive eu, quando for desta.